Serviços Oferecidos

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Plano de Parto

O plano de parto é uma carta de intenções, que uma mulher informada faz e leva nas últimas consultas do pré-natal e/ou no momento do parto para conversar com seu obstetra/enfermeira obstetra, pediatra e demais membros da equipe sobre como deseja que seu parto aconteça.

Este é o Plano de Parto sugerido pelo Núcleo Gestar Feliz.

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Programa Pós-parto

ProgramaPosPartoO programa de Pós-parto tem como objetivo a Reabilitação das alterações corporais decorrentes da gravidez, realizada a partir de um Programa específico de exercícios progressivos, focados na recuperação da Musculatura do Assoalho Pélvico, bem como, musculatura abdominal e Coluna.

Para ingressar no Programa a cliente deverá realizar uma Avaliação que terá ênfase na Musculatura Perineal e duas sessões (mínimo) de eletroestimulação para propriocepção do Assoalho Pélvico, a partir daí, iniciará a atividade em grupo, que consiste em 15 aulas (2x semana) de exercícios progressivos, e ao final do Programa uma Reavaliação, com objetivo de mensurar o ganho obtido.

O Programa oferece ainda uma oficina de shantala, técnica milenar de massagem para bebês, que promove integração Pais e Filhos, reforça o vínculo com bebês, alivia cólicas, regulariza o sono, equilibra o desenvolvimento Psicomotor, acalma e elimina tensões do bebê.

O tempo ideal para início das atividades é de trinta dias após o parto, independente de ter sido natural ou cirúrgico, e para tranquilidade das mamães permitimos a permanência dos bebês durante as aulas, esperamos vocês para essa nova etapa de nossas atividades.

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PROGRAMA MAMMY CARE

PROGRAMA MAMMY CARE

O Núcleo Gestar Feliz traz até você um novo conceito de atendimento domiciliar na área da Enfermagem Perinatal. Após o nascimento do bebê, existem significativas mudanças no organismo da mãe, período este que é chamado de puerpério.


Além das alterações físicas, ao retornar para casa, a mãe terá uma nova rotina que inclui amamentação, troca de fraldas, banhos e cuidados com o coto umbilical, tarefas muitas vezes um pouco complicadas principalmente para as "mamães de primeira viagem". O Núcleo Gestar Feliz criou o programa "Mammy Care", com o objetivo de tornar este momento o mais tranqüilo e prazeroso possível. Este programa é realizado por uma enfermeira obstétrica que orientará a mãe durante todo período necessário.


Primeiramente, todos os pais antes mesmo do seu bebê nascer, devem participar das palestras oferecidas pelo Núcleo, tanto no sentido de prepararem para o parto e nascimento quanto para conhecer os profissionais que irão assisti-los em todo período perinatal (gestação, parto e pós-parto).


A maioria dos pais fica tão preocupados em arrumar o quarto, o enxoval, ver a maternidade, escolher o tipo de parto e se esquecem de que a escolha destes serviços profissionais são de suma importância para o dia a dia do seu filho.


Quando o bebê sai da maternidade é o começo de uma nova fase para os pais, uma realidade colocada à prova, pois agora todo o preparo com palestras e orientações multiprofissionais virão à tona. Nessa hora os pais podem ficar inseguros, porque tudo que aprenderam durante a gestação geralmente poderá entrar em conflito com várias opiniões que surgirão de familiares e amigos, sobretudo para primíparas (mulher que pariu uma vez).


Os primeiros dias são os mais difíceis e muitos casais não têm o privilégio de terem o apoio de alguém por perto, o que contribui para aumentar a ansiedade e o estresse. A mãe necessita muitíssimo de apoio para poder relaxar e aumentar o vínculo mãe-filho, pois o bebê funciona como um "espelho", se a mãe ficar tensa o bebê também fica e vice-versa e isso vai gerando um ciclo vicioso.
Porém, com apoio de profissionais especializados tudo isso se torna mais fácil, a enfermeira obstétrica irá orientar as mães principalmente no pós-parto com a amamentação, parte muitíssimo importante e que muitas vezes esquecida.


O aleitamento materno fornece calor e carinho essenciais na primeira hora pós-parto, isso acaba sendo o diferencial. A observação da pega e sucção nesta primeira hora poderá resultar na detecção precoce de problemas, os quais poderão acarretar um aleitamento materno inadequado. Quanto maior o contato mãe-bebê, maior a liberação da ocitocina, conhecida como hormônio do amor, que é liberada pela glândula pituitária posterior e é essencial no processo do parto e lactação, pois estimula a contração uterina para o nascimento do bebê e da placenta e ainda estimula o "reflexo de ejeção de leite."


Mas para que tudo isso aconteça, a mãe deverá estar preparada, orientada, tranqüila e em ambiente que favoreça todo esse magnífico e complexo mundo de gestar.


Com esse programa do Núcleo Gestar Feliz, os pais poderão contar com uma assistência especializada em casa, que trará conforto, comodidade, segurança e tranqüilidade em relação aos cuidados de seu filho recém-nascido.

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Reabilitação Pós Parto

A equipe do Núcleo Gestar Feliz incentiva e apóia a realização de exercícios específicos supervisionado no puerpério, com orientações, acompanhamento domiciliar, e aulas práticas em grupo ou tratamento individual personalizado.
Organização e poder de decisão farão toda a diferença na recuperação da mulher após o parto!

Prepare-se para o puerpério, procure informações sobre o programa de reabilitação pós –parto gestar feliz.

Tire suas dúvidas!
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Nascemos felizes

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Serviços oferecidos

O Núcleo Gestar Feliz é uma equipe multiprofissional que atende  em Palmas/TOCANTINS e região.

Trabalhamos focados na assistência humanizada e personalizada a cada gestante.

Oferecemos:

- Apoio ao aleitamento materno;

- Apoio psicológico à mulher, gestante e ao casal;

- Assistência de Doula;

- Assistência obstetrica;

- Hidroterapia na gravidês;

- Preparação física da gestante;

- Pré Natal Diferenciado;

- Reabilitação pós parto;

- Rodas de conversas com casais - PALESTRAS.

Em caso de dúvidas sobre nossos serviços entre em contato ou visite a página de dúvidas frequentes

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Doula

O que significa "doula"

A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.

Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.

Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.

O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.

O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.

O que a doula faz?

Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.

Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..

Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.

A doula e o pai ou acompanhante

A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.

Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.

O que a doula não faz?

A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.

Vantagens

As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:

diminuir em 50% as taxas de cesárea
diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
diminuir em 60% os pedidos de anestesia
diminuir em 40% o uso da oxitocina
diminuir em 40% o uso de forceps.

Embora esses números refiram-se a pesquisas no exterior, é muito provável que os números aqui sejam tão favoráveis quanto os acima mostrados.

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Aleitamento Materno

A equipe do Núcleo Gestar Feliz incentiva e apóia o aleitamento materno. Desde o pré-natal, no parto e no acompanhamento do puerpério, orientamos, tiramos dúvidas e fortalecemos a mulher na sua nova missão de amamentar. Medidas símples e efetivas podem ser tomadas na gestação e logo após o parto para o sucesso do aleitamento. Tire suas dúvidas!


 

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Cesareana

Operação Cesareana

Diz-se que a palavra cesareana deriva da forma como nasceu o imperador Júlio César. Na verdade, a palavra tem origem no verbo caedo -is, cecidi, caesum, caedere, também presente na palavra francesa ciseaux (tesoura), e na inglesa scissors (tesoura). Existem dados de que a primeira cesareana foi realizada antes mesmo da da época de Júlio César, no nascimento de  Cipião, o Africano.

Como é realizada?

Realiza-se uma incisão sobre a pele e são abertos sucessivamente o tecido subcutâneo, a aponeurose dos músculos reto abdominais, o peritônio e a parede uterina. O próximo tempo é a extração do feto, seguida da retirada da placenta e revisão da cavidade uterina. São então suturados os planos aneriormente incisados.

Quando é realizada?

É realizada em caso de contra-indicações ao parto vaginal (como placenta prévia total) ou complicações durante o trabalho de parto (por exemplo, descolamento prematuro de placenta).  Como toda cirurgia, seus riscos não devem ser ignorados, e aumentam a cada nova cesariana. Os riscos maternos incluem aderências, infecções, hematoma, hérnia, lesão na bexiga ou outros órgãos, hemorragia, acidentes anestésicos, tromboembolismo. Para o feto os riscos incluem cortes acidentais, desconforto respiratório, maior necessidade de UTI neonatal, dificuldade na amamentação.

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Parto de cócoras

O que é o parto de cócoras?

O parto de cócoras ou também denominado de parto vertical, consiste na posição que a mulher pode adotar no momento do nascimento (período expulsivo), que acontece após completar os 10 cm da dilatação do colo uterino, e quando, a mulher sente vontade de fazer força para a expulsão do feto. Esta posição é bastante utilizada pelas índias e muito pouco ou nada pelas mulheres civilizadas.Por este motivo, existem duas formas de atenuar os possíveis inconvenientes da adoção desta posição. A primeira forma consiste em realizar a partir do terceiro mês de gestação, exercícios que fortificam os músculos dos membros inferiores, além da pratica da posição de cócoras durante os seis meses restantes da gestação. A segunda, consiste em utilizar cadeiras construídas especificamente para facilitar nestas mulheres a posição de cócoras (ver figura abaixo). No mercado, existem vários modelos desde os mais simples aos mais sofisticados, porém é necessário cuidado, pois existem cadeiras, no mercado, que pretendem facilitar esta posição e não o fazem.

Como é realizado?

Na realidade, neste tipo de parto devido à posição vertical o parto é realizado em forma espontânea (natural) com pouca ou nenhuma participação da pessoa responsável pelo atendimento que deverá ajudar o recém nascido a efetuar uma saída lenta (desprendimento) para evitar lesões (desgarros) do períneo da mãe e permitir aparar a criança de forma não traumática.

Este tipo de parto respeita os mecanismos íntimos, e o processo fisiológico da parturição, pode ser realizado em qualquer local, desde que se cumpram com os mínimos conceitos de limpeza e assepsia, pode ser realizado por pessoal competente que tenha experiência em relação ao parto, em gestantes de baixo risco, sempre cuidando de respeitar a vontade da mulher e tratando de não interceder no processo normal do parto. Como exemplo, não fazer corte na vagina (episiotomia), não estimular os puxos (força do expulsivo), permitir o contato precoce (imediatamente após o nascimento) do recém nascido com a mãe (pele a pele olho a olho), entre outras atitudes que torna ao nascimento mais humano (sendo esta uma das grandes vantagens deste tipo de nascimento).

 

Quais as vantagens para mãe e para o bebê?

As principais vantagens são:

a) Para a mãe: O período expulsivo e de menor duração quando comparado a partos em outras posições (deitada ou ginecológica), menor dor no momento do expulsivo, maior satisfação após o parto (foi ela quem realiza o esforço), menor trauma perineal com melhor restituição após o parto, puerperio (período imediato após o parto) e amamentação mais precoce e efetiva;

b) Para o feto e recém nascido: melhor estado de saúde avaliado por testes específicos (Teste de Apgar e medidas de gases na sangue dos vasos umbilicais).

Estas vantagens estão associadas aos seguintes fatores: ajuda natural da força da gravidade, aumento em mais de 28% da área do canal do parto o que permite ter para o feto um espaço mais folgado para nascer, melhor aproveitamento das forças de expulsão e menor pressão no canal do parto (vagina) . Melhor circulação sanguínea na região do útero e da placenta permitindo um desempenho maior tanto das contrações uterinas, como da saúde do feto. Todos estes fatores em forma individual são vantajosos tanto para a mãe como para o feto, quando estão somados as vantagens, são ainda maiores.

 

Quais os riscos para a mãe e para o bebê?

Não se tem encontrado riscos específicos relacionados ao parto de cócoras, em gestações de baixo risco (sem patologias).

Existe sim, um fator físico importante, já que a mãe deverá participar ativamente do parto tanto pela posição vertical (cócoras), como pelo esforço que deverá realizar após várias horas de trabalho de parto, às vezes sem dormir a noite anterior.

 

Nesse tipo de parto o pai da criança pode participar?

Neste tipo de parto, é de grande importância que a parturiente esteja acompanhada , seja pelo pai da criança como de um familiar , amiga ou mesmo de uma Doula (pessoa de confiança da grávida, especializada em acompanhar em forma física (carinhos, massagens) ou psíquica (palavras de alento e conforto), ou ambas.

 

Toda mulher está apta a ter seus filhos através do parto de cócoras?

Toda mulher que se prepara (fisicamente e psiquicamente) para o parto de cócoras esta apta para esse tipo de parto. Em nossa experiência ,70% das mulheres que nos procuraram conseguiram ter o parto nessa posição.

As outras, tiveram  um inconveniente médico como, criança muito grande, posição do feto inadequada (distósia), ou mesmo um sofrimento do feto de causa desconhecida o que nos obrigou a realizar a terminação do parto através de fórceps ou por cesárea. Tivemos, somente,  10% de casos em que as mulheres desistiram da posição por causa de dor intensa durante o período de dilatação. Estes casos, hoje, estão sendo minimizados pela utilização de uma anestesia especializada, denominada de baixas doses, o que permite colocar a mulher em posição de cócoras.

 

Existe algum tipo de anestesia?

Sim, existe uma anestesia para partos em posição de cócoras, aonde a mulher pode caminhar todo o tempo que tem essa anestesia, e posteriormente ter o parto em posição de cócoras. Essa anestesia utiliza o método da peridural (colocação de um cateter no espaço peridural), porém com a utilização de uma droga analgésica (fentanil ou similar) com uma dose muito reduzida de anestésico (bupivacaina), com  grandes vantagens de obter um estado analgésico efetivo com preservação da atividade motora dos membros inferiores, situação impossível de obter com as anestesias peridurais convencionais que obriga a mulher que a utiliza, a adotar impreterivelmente a posição horizontal, e ou ginecológica (litotomía), no momento do parto, por falta de condições para estar de pé.

 

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