Quarta, 22 Julho 2015 09:04

"A médica disse: 'você assinou o atestado de óbito do seu filho."

"A médica disse: 'você assinou o atestado de óbito do seu filho." Na primeira gestação, Ana Carolina Wiechmann Elvevio, de 36 anos, considera que teve seu “parto roubado”. Então com 19 anos e parte de uma família em que a cesariana sempre foi a primeira escolha, a ser feita com o médico da família, ela passou por um trauma ao ver sua vontade por um parto normal não se concretizar. “Minha mãe combinou com o médico e marcou minha cesárea sem eu saber. Fui para uma consulta e acabei no centro cirúrgico. Fiquei brava, entrei em depressão. Ela fez isso porque dizia ter medo de parto normal, porque uma prima do meu pai tinha morrido.”
Por isso, ao engravidar pela segunda vez, Ana decidiu que ninguém tiraria seu direito de ter um parto normal. Arrependida, sua mãe, inclusive, a ajudou a buscar outros médicos. “Era 2002 e não havia muita informação sobre partos humanizados. Durante a gestação, troquei de médicos diversas vezes porque não sentia confiança de que eles não tentariam a cesárea. Com 40 semanas de gravidez ainda não tinha um obstetra”, conta ela. “Descobrimos um dos poucos hospitais em São Paulo que fazia a propaganda de ter parto humanizado. Quando entrei em trabalho de parto, fomos para lá. A bebê já tinha feito o mecônio [primeiras fezes] e a médica decidiu fazer uma cesárea. Mas eu sabia que mecônio não era motivo para a cirurgia e insisti que não faria”, diz.

Indignada com a insistência da paciente, a obstetra expulsou Ana Carolina da sala para conversar apenas com o marido dela. Mas o casal decidiu que não ficaria mais ali e foi embora. “Ela me entregou um papel para assinar, em que eu dizia me responsabilizar pela decisão. Quando assinei, ela disse: ‘você está assinando o atestado de óbito do seu filho’”, conta. Em pleno trabalho de parto, com dores profundas, os dois percorreram 30 quilômetros até um hospital próximo da casa dela. “Cheguei lá e tinha um anjo de uma médica. Depois de 11 horas, consegui finalmente ter meu tão sonhado parto. Foi uma grande luta, mas eu consegui”, comemora. Cinco meses depois, ao engravidar do terceiro filho, ela decidiu evitar todo esse estresse e optou por um parto domiciliar. “Decidi não sair mais de casa e foi perfeito”, diz."

(Acesse a fonte abaixo para MATÉRIA NA ÍNTEGRA)
Por T. Bedinelli / H. Mendonça
>> http://brasil.elpais.com/…/…/politica/1421974293_596294.html

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